Homem observa o escritório destruído do chefe do governo do Hamas, Ismail Haniyeh, na Cidade de Gaza |
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A iniciativa foi da França, por meio do ministro de Assuntos Exteriores francês, Bernard Kouchner. A negativa de Israel foi dada pelo porta-voz do governo israelense, Mark Regev. Segundo ele, o premiê Ehud Olmer decidiu continuar com a ofensiva.
O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores, Andy David, reiterou. Segundo ele, uma interrupção momentânea das hostilidades "permitiria ao Hamas se preparar melhor para o combate e o lançamento de foguetes" contra o sul de Israel, o que faz com que não caiba uma parada na operação.>
"Não seria apropriado. Não se pode confiar no Hamas", declarou o porta-voz. Apesar da negativa, Regev disse que Israel trabalharia com a comunidade internacional para cumprir as necessidades humanitárias de palestinos em Gaza.
Na madrugada desta quarta-feira, um médico palestino morreu e outras pessoas ficaram feridas em novos ataques contra a Faixa de Gaza. Segundo a agência de notícia AFP, que cita os serviços de emergência de Gaza, cerca de 370 palestinos morreram desde sábado, quanto teve início a ofensiva israelense.
Com agências internacionais
Redação Terra