» Ex-professora é acusada de fazer orgia
Garay, quem tinha assumido o cargo interinamente em maio, foi detido em novembro, acusado de roubo, crime organizado, abuso de autoridade e proteção aos irmãos narcotraficantes Beltrán Leyva.
O ex-comissário da PFP liderou em outubro passado uma operação contra supostos membros do cartel de Cali (Colômbia) quando realizavam uma festa em uma exótica casa na periferia da capital mexicana, onde foram achados, além de armas e drogas, dois leões, dois tigres e duas panteras negras.
Segundo a acusação, nessa operação, Garay e outros agentes da PFP tomaram dinheiro, mas o Reforma informou hoje, com base em documentos da investigação da Procuradoria Geral, que, além disso, o ex-chefe policial aproveitou a situação para realizar uma orgia e deixou escapar a um suposto traficante colombiano chamado Harold Poveda.
Das 30 mulheres, aparentemente prostitutas, Garay "selecionou quatro. Pediu cocaína para as moças e fechou a porta da sala. Começou sua festa", publicou o jornal.
Fontes da Procuradoria Geral da República (PGR) disseram que a informação publicada fazia parte de investigações prévias.
Garay é um dos altos comandantes policiais detidos pela Operação Limpeza, da Procuradoria, para depurar as corporações dedicadas a combater ao crime organizado.
O braço da Operação Limpeza chegou a Noé Ramírez Mandujano, que fora, de dezembro de 2006 a julho de 2008, o principal comandante antidrogas do Governo do presidente Felipe Calderón.
Ramírez é acusado de receber US$ 450 mil mensais de traficantes em troca de informação.
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