A ex-candidata presidencial colombiana ainda deve visitar o Brasil, Argentina, Chile, Peru, Bolívia e Venezuela.
Na América do Sul, Betancourt pretende agradecer aos governante que contribuíram para a sua libertação em julho passado, após seis anos em poder das Farc.
Ela também pede que todos mantenham os esforços para conseguir a libertação dos demais reféns nas mãos de grupos irregulares da Colômbia.
No Equador, ela se reuniu com o presidente do país, Rafael Correa, e assinalou que sente que a Colômbia tem no líder equatoriano "o melhor aliado" para combater as Farc.
Segundo Betancourt, em 2008 aconteceram somente "coisas negativas para as Farc", o que minou sua unidade interna e lhes levou a uma situação de "debandada", isolamento e falta de credibilidade.
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