Malásia: líderes islâmicos proíbem prática de ioga

24 de novembro de 2008 • 09h30 • atualizado às 09h31

As lideranças islâmicas da Malásia publicaram decreto que proíbe os muçulmanos do país de praticar ioga. Segundo informações publicadas nesta segunda-feira pelo jornal britânico The Guardian, a justificativa é de que o exercício pode corromper as pessoas.

A decisão reflete o aumento do conservadorismo islâmico na Malásia e causa consternação entre os outros grupos religiosos do país. Houve incentivo de liberais de que a regra não seja cumprida, que as pessoas não sigam as "ordens dadas por turbantes".

Para a autoridade islâmica Abdul Shukor Husin, a ioga, que origina do hinduísmo, combina exercício físico, elementos religiosos e orações com o objetivo de alcançar paz interior. "Para nós, a ioga destrói a fé muçulmana. Há outras formas de exercício", disse.

Redação Terra
 
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