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"Assim requer a situação criada na zona do Chifre da África e do Golfo de Áden, onde os piratas somalis são muito ativos", disse o comandante-em-chefe da Marinha russa, almirante Vladimir Vysotsky, citado pela agência oficial RIA Novosti.
O chefe naval disse que na zona completa sua missão atualmente a patrulheira Neustrashimi, pertencente à Frota do Mar Báltico russa.
"Depois do Neustrashimi, serão enviados navios de outras frotas da Marinha da Rússia", disse Vysotsky, que não precisou se as unidades serão mobilizadas ao mesmo tempo ou haverá rodízio.
Dezessete navios continuam em poder dos piratas, entre eles o petroleiro saudita Sirius Star, que transporta 2 milhões de barris de petróleo e tem tripulação de 25 pessoas.
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