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Os piratas que seqüestraram o navio - "entre 30 e 40", segundo Mwangura - já iniciaram negociações com a empresa proprietária, Vela Internacional, que pertence ao grupo da companhia petrolífera estatal saudita Aramco, para libertar a embarcação e seus 25 tripulantes, de diversas nacionalidades.
Ele acrescentou que não tinha notícias do estado dos tripulantes seqüestrados.
Mwangura disse ainda que a embarcação, com 330 m de comprimento e peso morto de mais de 300 mil t, é uma das maiores do mundo e pode ser vista pelos cúmplices das piratas somalis que o seqüestraram "da costa da região de Puntlandia", no norte da Somália, onde se refugiam estas quadrilhas.
O navio, segundo informação divulgada de Bahrein pela 5ª Frota dos EUA, foi seqüestrado no sábado passado a cerca de 430 milhas (800 km) ao sudeste do porto queniano de Mombaça, em frente à costa da zona fronteira entre Quênia e Tanzânia.
Piratas somalis que viajavam em lanchas rápidas abordaram o navio, muito longe do litoral da Puntlandia e das águas do golfo de Áden, onde até agora tinham atuado.
A distância do lugar do seqüestro a Eyl é de aproximadamente 900 milhas náuticas (cerca de 1,7 mil km), mostrando a capacidade destes piratas de fazer abordagens em alto-mar.
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