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Noel Choong, diretor do centro, com sede em Kuala Lumpur e dependente do Escritório Marítimo Internacional (OMI), expressou à agência EFE a grande preocupação gerada por um caso do tipo.
Segundo ele, perseguir as embarcações capturadas corresponde à "coalizão internacional", formada pelos países que têm forças desdobradas no golfo de Aden.
Nesse sentido, Choong não confirmou nem desmentiu que o Sirius Star se encontre frente ao litoral somali, como informaram hoje fontes da Quinta Frota da Armada dos Estados Unidos, com sede no Barein.
O petroleiro saudita é o último dos 83 navios atacados por piratas no chamado Chifre da África desde o início de 2008, dos quais 12 e mais de 200 marinheiros (108 deles filipinos) seguem seqüestrados, segundo a OMI.
Choong frisou que os ataques piratas se tornaram "muito freqüentes" nessa região e assegurou que continuarão enquanto "os lucros superem amplamente os riscos".
O petroleiro Sirius Star é um dos 19 da sociedade saudita Aramco e foi construído na Coréia do Sul. Conta com uma tripulação de 25 pessoas, formada por britânicos, croatas, filipinos, poloneses e sauditas.
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