"Para o governo esta é uma greve que não é justa, o debate entre os sindicatos e o governo pela greve está sendo pago por milhares de chilenos que não merecem passar isto hoje em dia", declarou o ministro porta-voz de governo, Francisco Vidal.
"A reivindicação justa dos trabalhadores não pode passar pelos direitos dos cidadãos, que por sua vez têm o direito de contarem com todas as empresas públicas", afirmou.
Vidal disse que o governo deseja chegar a um acordo com os trabalhadores e declarou que os ministros a cargo da negociação, da Fazenda, Andrés Velasco e do Trabalho, Osvaldo Andrade, farão uma nova oferta, o que faz com que se espere "que tudo isto seja solucionado no decorrer do dia".
Entretanto, o presidente da Associação Nacional de Funcionários Públicos (Anef), Raúl de la Puente, afirmou que, apesar de a autoridade ter reconhecido no último fim de semana que avaliava aumentar o 6,5% proposto, não receberam nenhuma ligação para que o protesto fosse evitado.
"Nada, nenhum sinal, nenhuma coisa. Anunciou pela imprensa, mas conosco não se reuniu, nem existe hoje em dia nenhuma reunião para a qual ele tenha nos chamado, nós estamos disponíveis para conversar", concluiu La Puente.
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