O comunicado foi feito pelo chanceler Bernard Kouchner, que agradeceu às autoridades de Camarões por ter facilitado a libertação dos sete franceses, dois camaroneses e um tunisiano que tinham sido tomados como reféns.
Um grupo de piratas os seqüestrou quando estavam a bordo da embarcação frente à península de Bakasi e ameaçaram matá-los caso o governo não aceitasse negociar com eles.
Os seqüestrados trabalhavam para uma companhia petrolífera francesa no barco Le Probon e foram capturados por um grupo denominado Lutadores para a Liberdade de Bakasi que, segundo fontes locais, é formado por 500 homens fortemente armados.
Kouchner assegurou que as autoridades francesas estão em contato com as de Camarões e com as de outros países europeus para garantir o retorno à França dos marinheiros libertados.
O ministro disse que o fato "lembra a necessidade urgente de que a comunidade internacional lute de forma eficaz contra a pirataria marítima".
Os seqüestradores tinham anunciado inicialmente que iriam executar os reféns, embora mais tarde tenham dito que não os matariam.
O grupo já havia assegurado que reivindicavam a autodeterminação da península de Bakassi, uma região fronteiriça entre Camarões e Nigéria rica em petróleo.
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