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Bachelet, presidente rotativa da Unasul, disse aos jornalistas que a reunião acontecerá "na segunda-feira à tarde", em Santiago. A chilena disse que o chefe de Estado boliviano, Evo Morales, com quem disse ter conversado ontem à noite, "verá se tem condições" de comparecer ao encontro.
Bachelet também afirmou estar em contato permanente com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza.
Segundo Bachelet, a reunião do bloco, antecipada ontem à noite pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é necessária para a adoção de "uma atitude positiva, construtiva, que permita aproximar as partes e apoiar os esforços do Governo e do povo boliviano em prol de seu processo democrático, da estabilidade e da paz".
Sobre quantos presidentes desembarcarão em Santiago na segunda-feira, Bachelet não quis antecipar dados, que dependem das "situações em cada país", mas afirmou que haverá um "número grande" de chefes de Estado ou de seus representantes na reunião.
A convocação "dá conta da preocupação de todos os presidentes da região, que querem uma Bolívia em paz, com seu desenvolvimento democrático respeitado", acrescentou a presidente chilena.
"É nossa tarefa, como Unasul, já que acreditamos, ao formá-la, que a integração e a unidade dos povos e dos Governos são necessárias", concluiu.
A Unasul é integrada por Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Guiana, Peru, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela.
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