"Acho que, se a comunidade internacional e a ONU não se envolverem no conflito, seus esforços deveriam representar o consenso das partes envolvidas e ser úteis para uma resolução pacífica do conflito, através do diálogo e das consultas", disse hoje a porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores chinês, Jiang Yu.
Jiang disse que seu Governo "explicou sua postura em muitas ocasiões", o certo é que a China, aliado político e econômico da Rússia, até o momento se manteve à margem do conflito.
"Esperamos que as partes envolvidas possam resolver pacificamente este problema através do diálogo e das consultas, para aliviar a situação, e eliminar as disputas e diferenças" nas regiões da Ossétia do Sul e da Abkházia, reiterou.
Caso o Conselho de Segurança da ONU, no qual China e Rússia são dois dos cinco membros permanentes com direito a veto, adotasse uma resolução, Pequim teria que definir sua postura, já que, até agora, se negou a apoiar Moscou ou os países que condenaram o ataque russo.
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