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A Rússia afirmou que espera que a renúncia do presidente de Musharraf não leve esse país a uma nova crise de "instabilidade política interna". "A Rússia espera que a situação no Paquistão não saia do terreno constitucional e se mantenha no marco da lei e da ordem", afirma um comunicado do Ministério de Exteriores russo.
FrançaA França fez uma chamada a todas as forças políticas do Paquistão para que seja respeitado "o marco constitucional e o estado de direito". "Tomamos nota" da decisão de Musharraf de renunciar, disse o porta-voz do Ministério de Exteriores da França, expressando o desejo de Paris de que o próximo presidente possa trabalhar em um clima construtivo.
Estados UnidosA secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, declarou que os Estados Unidos continuarão ao lado do Paquistão. "Continuaremos trabalhando com o governo paquistanês e com seus líderes políticos e pedimos que redobrem seus esforços para se dedicar ao futuro do Paquistão e suas necessidades mais urgentes, entre elas deter o crescimento do extremismo", afirmou Rice num comunicado.
AfeganistãoO governo afegão expressou seu desejo de que a renúncia do presidente paquistanês, Pervez Musharraf, tenha "efeitos positivos no fortalecimento da democracia e do governo civil do Paquistão". Ahmad Baheen, porta-voz do Ministério de Exteriores afegão, disse que o Afeganistão "é a favor de um Paquistão estável e democrático, baseado no estado de direito".
ÍndiaO governo indiano evitou se pronunciar sobre a renúncia e se limitou a afirmar que é um "assunto interno" do país vizinho. "Não temos nada a dizer sobre a renúncia do presidente Musharraf no Paquistão. É um assunto interno do Paquistão", afirma um breve comunicado divulgado pelo Ministério de Exteriores indiano.
Com agências internacionais
Redação Terra