De acordo com o texto, a longa permanência do Papa no Vaticano se tornou um obstáculo para as reformas. O Papa deve visitar a capital suíça nos dias 5 e 6 de junho para um encontro com os jovens e presidir uma missa multitudinária.
A carta indignou a Conferência Episcopal Suíça, cujo secretário-geral, Agneli Rickenmann, classificou a iniciativa de "total falta de tato, pois não se pode tratar assim o Papa, três semanas antes dele visitar o país". O bispo de Sankt Gallen, Ivo Furer, expressou também seu desgosto porque "não é lógico que o anfitrião peça ao convidado para aposentar-se justo antes de acolhê-lo em casa".
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