"Devemos fazer de tudo para evitar a guerra e novas vítimas. É através do diálogo, e não através da violência, que as tensões na região chegarão ao fim", destacou em comunicado divulgado hoje pelo Conselho da Europa.
Puig expressou "profunda preocupação com o agravamento do conflito" e rejeitou "o grande número de vítimas civis".
O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, assegurou hoje que as Forças Armadas do país controlam quase a totalidade da região separatista da Ossétia do Sul, após uma poderosa contra-ofensiva, e denunciou que aviões da Rússia bombardearam o território georgiano.
A região separatista da Ossétia do Sul se separou de fato da Geórgia no início dos anos 90 após um conflito armado que deixou mais de dois mil mortos e proclamou a independência, não reconhecida por nenhum outro país.
Os separatistas, que até hoje controlavam 65% do território da Ossétia do Sul, manifestavam o desejo de se unir à Ossétia do Norte, república russa com a qual compartilha raízes étnicas e culturais.
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