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Atualizada às 16h16
Erdogan, que foi ao Chipre acompanhado de 11 de seus ministros, afirmou que a ocupação do norte da ilha foi uma "operação de paz, travada pelas Forças Armadas turcas segundo a lei e os acordos internacionais, que trouxe a liberdade, a confiança e a prosperidade aos turco-cipriotas".
Em discurso prévio ao desfile militar comemorativo, Erdogan advertiu de que "ninguém pode esperar que os turco-cipriotas retrocedam em sua auto-administração e que aceitem viver como uma minoria".
O premiê turco acrescentou que o caminho europeu da Turquia não está relacionado com o problema do Chipre e que isso não pode ser utilizado contra o processo de negociação para a adesão turca à União Européia (UE).
Erdogan defendeu um modelo federal, ao assegurar que "a nova associação se assentará em uma estrutura birregional, na igualdade política e nas garantias da Turquia".
Em 20 de julho de 1974, após um golpe de Estado nacionalista greco-cipriota apoiado pelo regime militar da Grécia, o exército turco invadiu e ocupou a parte norte da ilha, onde proclamou a independência unilateral da República Turca do Norte do Chipre (RTNC), reconhecida apenas por Ancara.
EFE
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