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Atualizada às 11h30
A adesão, segundo o comunicado, será anunciada oficialmente durante a reunião ministerial que a Asean manterá na próxima semana, em Cingapura, país que ocupa a Presidência rotativa da organização regional.
A carta de princípios fundamentais, aprovada pelos líderes dos dez países da Asean em novembro, pede que os países-membros impulsionem a democracia, a boa governança, e respeitem e protejam os direitos humanos.
Também fixa o objetivo de criar um mercado comum regional a partir de 2015 com as seis economias mais avançadas do grupo, ao que se unirão em 2020 os outros membros.
As economias de Brunei, Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia, e Cingapura, são consideradas as avançadas da Asean, e as de Mianmar, Camboja, Laos, e Vietnã, as atrasadas.
A comunidade internacional, com os Estados Unidos e a União Européia (UE) à frente, criticaram de forma reiterada a política do "enfoque construtivo" que a Asean aplica com Mianmar, país sobre o qual há sanções impostas por Washington e pelo bloco europeu devido a sua contínua violação dos direitos básicos.
EFE
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