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Atualizada às 10h55
Muitos eram tibetanos exilados gritando "queremos um Tibete livre". Eles queimaram um retrato do presidente chinês, Hu Jintao, perto do escritório consular na embaixada chinesa na capital do Nepal.
Os manifestantes foram colocados em vans e caminhões da polícia e levados a centros de detenção. Uma autoridade policial disse que eles seriam libertados ainda na sexta-feira.
Os tibetanos tem realizado protestos com frequência no Nepal, desde a dura repressão chinesa à revolta em Lhasa e outras partes do Tibete, em março.
Mais de 20 mil tibetanos ainda vivem no Nepal desde que fugiram de sua terra natal depois de uma tentativa frustrada de levante contra o comando chinês, em 1959.
Reuters
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