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Atualizada às 08h26
"As normas apontam a utilização, por parte do grupo do dalai lama, das tentações de escolarização, comida e alojamento gratuitos para atrair os jovens a atravessar a fronteira", disse o governo regional.
"Os que já tenham seus filhos nestas escolas devem convencê-los a retornar em dois meses, o que atenuará ou eliminará o castigo do funcionário em questão", ressalta a nova lei.
As novas restrições chegam depois das conversas, no início deste mês, entre enviados chineses e do líder espiritual tibetano, nas quais a China exigiu ao dalai lama uma promessa "aberta e explícita" de que não apoiará ações para interromper os Jogos Olímpicos de Pequim nem buscar a independência do Tibete.
Os emissários do Governo tibetano no exílio, por sua parte, acusaram Pequim de falta de um "compromisso sério e sincero".
Em março, a região tibetana (sudoeste do país) viveu suas piores revoltas em duas décadas, quando centenas de tibetanos, liderados pelos monges budistas, saíram às ruas para protestar contra o domínio chinês, em protestos que derivaram em uma insurreição violenta.
Segundo Pequim, os manifestantes tibetanos mataram 18 "civis inocentes" e um policial, enquanto o governo tibetano no exílio assegurou que pelo menos 200 pessoas morreram na repressão dos protestos levada a cabo pelas forças da ordem chinesas.
EFE
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