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A Fundação Populorum Progressio, criada por João Paulo II para ajudar comunidades camponesas, afro-americanas e indígenas na América Latina e no Caribe, se reunirá na próxima semana, em Guadalajara, no México, para decidir sobre o financiamento de 40 projetos brasileiros.
No total, serão objetos de estudos profundos 230 projetos em 17 países.
A reunião anual do conselho de administração da instituição acontecerá entre os dias 9 e 12 deste mês, informou hoje o Vaticano.
Os projetos correspondem a setores como a produção (instrumentos agrícolas, produção e comercialização de bens), saúde, formação profissional, realização de centros comunitários, educação escolar, construção de casas agrícolas e formação humana integral.
Os demais países que apresentaram projetos são: Colômbia (44), Peru (30), México (11), Equador (21), Haiti (13); Costa Rica (12); Chile (11), Bolívia (11), El Salvador (11), Argentina (6), Guatemala (5), Nicarágua (5), Paraguai (4), Panamá (3), República Dominicana (2) e Cuba (1).
Desde sua criação, em 1992, até o ano passado, a Fundação Populorum Progressio realizou mais de 2 mil projetos de apoio às comunidades indígenas, afro-americanas e camponesas da América Latina por mais de US$ 20 milhões.
EFE
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