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Atualizada às 21h15
Em cerimônia diante de uma Torre Eiffel iluminada de azul, o ministro de Exteriores esloveno, Dimitrij Rupel, seu colega francês, Bernard Kouchner, e o prefeito de Paris, Bertrand Delanöe, apertaram o botão que acendeu as 12 estrelas amarelas que formam uma gigantesca bandeira européia entre o primeiro e o segundo andar do monumento mais emblemático de Paris.
Rupel tinha entregado pouco antes a presidência rotativa da UE a Kouchner, quem pronunciou um breve discurso no qual afirmou que "a aventura européia continua".
Há três semanas, cerca de 15 alpinistas, cenógrafos e iluminadores viraram noites para fixar os 300 projetores e as estrelas de 5,2 metros de envergadura cada uma a uma altura de entre 57 e 100 metros.
Os símbolos permanecerão no local durante os meses de julho e agosto. As estrelas são capazes de resistir a rajadas de vento de até 170 km/h. A Torre Eiffel, inaugurada em 1889, é um dos monumentos mais visitados do mundo, com quase 7 milhões de pessoas a cada ano, 85% delas estrangeiros.
Esta não é a primeira vez que o local se enche de cores. Para citar só ocasiões mais recentes, em 2004 se tingiu de vermelho durante uma semana para celebrar o Ano da China, e em 2006 de verde pela Copa do Mundo de Rugby, um dos esportes mais apreciados na França.
Entre outros atos que marcarão o início da presidência francesa está o içamento amanhã das 27 bandeiras dos Estados-membros da UE em frente ao edifício da Assembléia Nacional.
EFE
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Monumento foi iluminado nas cores e símbolos da bandeira européia para marcar o começo da presidência
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