Os manifestantes, vigiados por 2.000 policiais, se reuniram no centro da cidade exibindo bandeiras com as cores do arco-íris.
Na segunda-feira, a Suprema Corte israelense rejeitou um recurso que visava a impedir a realização nda Parada Gay em Jerusalém.
O recurso foi apresentado por um pequeno grupo de extrema direita, a Frente Nacional Judia, que considera este evento uma provocação.
A municipalidade de Jerusalém, dirigida pelo prefeito ultra-ortodoxo Uri Lupolianski, também se opõe à organização da Parada Gay, mas não recorreu à Suprema Corte.
A "Casa Aberta", associação de defesa dos direitos homossexuais de Jerusalém, negou em um comunicado as acusações de provocação, expressando sua esperança de que este ano a parada ''transcorra pacificamente e sem violência por parte dos ultranacionalistas ou ultra-ortodoxos".
Todos os anos esses grupos radicais tentam se opor à realização desse evento, que acontece perto de bairros religiosos.
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