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Em comunicado, a chancelaria diz que o "Brasil, país que deu acolhida a milhões de imigrantes e descendentes hoje harmoniosamente integrados na sociedade brasileira, lamenta uma decisão que (...) vai no sentido contrário ao de uma desejada redução de entraves à livre circulação de pessoas e de um mais amplo e pleno convívio entre os povos".
A polêmica lei da União Européia (UE) aprovada hoje vai entrar em vigor dois anos após sua publicação oficial e, entre outras disposições, prevê a detenção de imigrantes ilegais por um período máximo de seis meses até sua deportação, período que pode se prorrogado por outros 12 em casos excepcionais.
Nos últimos meses, o Brasil teve problemas diplomáticos com Espanha, França e Irlanda, entre outros países europeus, devido ao tratamento dispensado a brasileiros em aeroportos do bloco.
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