Bush teve uma recepção fria por parte dos italianos, com cerca de 2 mil pessoas protestando durante sua chegada ao país na quarta-feira e algumas manifestações isoladas na quinta-feira, como um pequeno grupo que gritava "Bush, vá para casa" quando o presidente visitou a Academia Americana de Roma.
Reclamando da "falta de informação e da propaganda" sobre os Estados Unidos, Bush disse a empresários: "A melhor diplomacia para a América, particularmente entre os mais jovens, é recebê-los em nosso país. Temos compaixão, somos um país aberto, nos importamos com as pessoas e somos empresariais."
Na terceira parada de uma viagem de despedida à Europa, Bush pode esperar uma recepção calorosa de seu antigo aliado Berlusconi. O presidente norte-americano buscará sinais concretos de que o premiê italiano alinhará a política externa italiana mais próxima à de Washington.
Mas as investidas de Bush para isolar Teerã e conseguir mais tropas para o Afeganistão é limitada na Europa, mais preocupada em quem o sucederá nas eleições presidenciais de novembro.
A admiração do governo Berlusconi por Bush vai contra o sentimento público no continente, onde o presidente norte-americano é amplamente criticado pela guerra do Iraque.
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