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Para a temporada de furacões no Atlântico, que começa no dia 1º de junho e se prolonga até 30 de novembro, os meteorologistas acreditam que podem se formar entre seis e nove furacões, e entre 12 e 16 tempestades tropicais.
"Este ano não temos 'El Niño' e isto indicaria que teríamos uma temporada próxima ao normal ou ligeiramente acima da média", disse hoje à agência Efe, Lixion Ávila, meteorologista do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, sediado em Miami.
Em uma temporada normal são formados seis furacões e 11 tempestades. Dos furacões, dois chegam a categorias maiores (3, 4 e 5) na escala de intensidade Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5.
Grande parte das atividades é esperada entre os meses de agosto e outubro, o chamado "pico" da temporada atlântica. Segundo Ávila, historicamente os fenômenos que estão mais relacionados com a quantidade de furacões no Atlântico são "El Niño" e "La Niña".
"El Niño" inibe a formação de ciclones no oceano Atlântico, enquanto "La Niña" causa um efeito contrário. De acordo com o americano Gerry Bell, especialista em furacões, caso continue a presença de "La Niña", fenômeno climático na zona equatorial do Pacífico, a probabilidade de grande atividade de ciclones é alta.
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