Olivi afirmou que se não tivessem lançado essa segunda bomba atômica a invasão do Japão teria provocado um banho de sangue, motivo pelo qual se opôs a uma exposição feito pela Instituição Smithsonian - de caráter público - em um museu de Washington por causa do 50º aniversário do bombardeio. "Promove mais a simpatia dos japoneses que a nossa", disse Olivi na época. A exposição foi modificada depois de receber críticas como a dele.
A primeira bomba atômica foi lançada pela tripulação do "Enola Gay" no dia 6 de agosto de 1945 sobre Hiroxima e matou ou feriu quase 130 mil pessoas, além de ter arrasado 90% da cidade.
Olivi, que nasceu e morreu em Chicago, alistou-se na força aérea do exército depois do bombardeio japonês de Pearl Harbor. Depois da guerra, manteve-se em uma unidade militar de reserva e terminou seu serviço em 1971 como tenente coronel.
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