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Atualizada às 08h11
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Em entrevista coletiva, o vice-governador da província anunciou os últimos números oficiais, que somam mais de dois mil mortos e 1,7 mil soterrados ao balanço anterior.
O terremoto de 7,8 graus na escala aberta de Richter devastou a província de Sichuan, no sudoeste da China, e deixou 159 mil feridos, segundo os dados provisórios.
Além disso, 4,8 milhões de pessoas ficaram sem lar e tiveram que ser realojadas.
Às mais de 21,5 mil mortes somam-se os falecidos em outras províncias: 280 em Gansu, 106 em Shaanxi, 14 em Chongqing, 2 em Henan, 1 em Yunnan e 1 em Hubei.
Li explicou que uma frota de 10 aviões e 97 helicópteros militares chineses fez 298 vôos transferindo 512 doentes graves e transportando 760 t de material de assistência às áreas devastadas pelo terremoto, nas quais trabalham mais de 32 mil profissionais de saúde.
Enquanto isso, continua a busca por sobreviventes a cargo de um contingente formado por 84 mil militares e 42 mil paramilitares.
Os esforços são cada vez mais "desalentadores", reconheceu hoje o presidente da China, Hu Jintao, que visitou as zonas mais afetadas.
Por sua parte, o instituto nacional de meteorologia anunciou que as temperaturas subirão nos próximos dias, circunstância que obriga a aumentar a prevenção de possíveis epidemias.
"A tarefa é ainda árdua e o tempo, curto", lembrou Hu, que chegou hoje ao epicentro do terremoto, "o mais forte e destrutivo desde que a República Popular foi fundada, em 1949", disse o primeiro-ministro, Wen Jiabao.
EFE
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