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Atualizada às 14h16
Olmert foi prefeito de Jerusalém entre 1993 e 2003. "Os investigadores realizaram uma revista na prefeitura de Jerusalém e apreenderam documentos relacionados à investigação dirigida contra o primeiro-ministro, suspeito de ter recebido recursos ilegais", afirmou Rosenfeld.
A polícia suspeita de que Olmert recebeu "quantias vultosas" e "não autorizadas" do empresário norte-americano Morris Talansky durante um longo período, quando era prefeito de Jerusalém.
"Outros suspeitos foram convocados novamente, entre eles Shula Zaken e Uri Messer", afirmou o porta-voz, referindo-se à ex-diretora de gabinete de Olmert e ao seu antigo sócio em um escritório de advocacia.
Ambos são também suspeitos de ter recebido, por meio de cheques, centenas de milhares de dólares para financiar as campanhas eleitorais de Olmert para a Prefeitura de Jerusalém e nas primárias do Partido Likud.
AFP
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