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Atualizada às 17h20
Os Estados Unidos saudaram neste sábado a redução da violência no Líbano, destacando que sua "preocupação com o Hezbollah não mudou", e pediram moderação às partes envolvidas no conflito no Sudão.
"Eles (o Hezbollah) continuam sendo uma força desestabilizadora (no Líbano) com o apoio de seus patrocinadores, Irã e Síria", disse o porta-voz de Segurança Nacional, Gordon Johndroe, em declarações em Crawford, no Texas.
Na mesma entrevista, Johndroe destacou a preocupação de Washington com a situação no Sudão, e pediu aos rebeldes da província de Darfur e às forças do governo que suspendam as hostilidades.
"Apelamos às duas partes para que cessem as hostilidades, tanto do grupo rebelde como por parte do governo. Queremos que se restaure a calma e a ordem".
Sobre Mianmar, o porta-voz não condenou diretamente a decisão do governo birmanês de realizar o referendo constitucional após a passagem do ciclone que devastou o país, mas disse que o momento é de dedicação às operações humanitárias.
"Nossa posição sobre o referendo é bem conhecida. Nosso foco agora é dar assistência ao povo birmanês e esperamos que o governo (em Yangun) tenha o mesmo foco".
Sobre o Zimbábue, Johndroe disse que os Estados Unidos exigem a presença de observadores para acompanhar a situação eleitoral e de direitos humanos naquele país, para evitar qualquer violência contra a oposição.
"Teremos um segundo turno bem sucedido, e, obviamente (...) os líderes da oposição e seus partidários devem poder realizar suas campanhas livremente e sem ameaças".
AFP
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