» Polícia divulga planta de cativeiro
» Austríaco é avô dos filhos, mostra DNA
» Entenda o caso do pai que raptou a filha
» Opine sobre o assunto
"Há a possibilidade de pedir indenização pelo confinamento e pelos danos que decorrem disso", disse Herbst. As propriedades de Fritzl, no entanto, também têm dívidas relacionadas a elas e não se sabe exatamente quanto dinheiro resta, disse ele.
"Agora a questão é avaliar as condições financeiras dele. Ele tem alguma riqueza que faça valer a pena começar o procedimento?", explica o advogado.
Bom relacionamentoHerbst disse que tem a impressão de que as pessoas aprisionadas mantêm uma relação muito boa entre si. "Minha experiência com a família foi muito positiva. Vi que a maneira como eles se tratam é realmente muito amorosa, eles são francos uns com os outros e brincam juntos", disse ele.
Reunidos pela primeira vez há pouco mais de uma semana, Elisabeth Fritzl, cinco de seus filhos e a mãe, Rosemarie, agora estão sob os cuidados de um hospital em Amsetten, a cerca de 130 km a oeste de Viena. "Se você vir a família com os seus próprios olhos, se sentirá muito melhor do que ao considerar o caso teoricamente e à distância", disse o advogado.
Os promotores investigam Fritzl por estupro, incesto, coerção e pela morte de um dos bebês nascidos no cativeiro, mortos após o nascimento e incinerado. Ele é o pai de todos os sete filhos que Elisabeth deu à luz no cativeiro.
Três de seus seis filhos foram mantidos no porão com a mãe. Outros três filhos que ele teve com a filha foram adotados por Fritzl e pela mulher. O sétimo morreu logo após o parto e teve o corpo queimado pelo austríaco.
Reuters - Reuters Limited - todos os direitos reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.