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O professor John Freshwater sustenta que o problema está centrado em uma Bíblia que ele mantinha em sala de aula, mas a escola afirma que há outros fatos sendo investigados.
O advogado de Freshwater não comentou a acusação de que seu cliente teria queimado um aluno da 8ª série durante uma aula em que faziam um experimento com equipamento capaz de gerar enregia estática.
Segundo o professor de Química Joseph Lechner, é pouco provável queimar alguém com tal objeto. De acordo com ele, embora a tensão seja alta, a corrente elétrica que passa pelo equipamento é baixa.
Matt Skinner, que teve dois filhos na escola e um ainda estuda no local, não levou a sério as acusações contra o professor, já que, segundo ele, os docentes não podem sequer levantar a voz com os alunos na instituição.
Para o professor de Ciências aposentado Jeff George, que trabalhou com Freshwater, as acusações contra o professor podem ter outra razão. De acordo com ele, o colega já poderia ter sido demitido há muito tempo em função de suas manifestações religiosas.
George afirmou que o colega pregava contra qualquer crença diferente da sua e, por diversas vezes, recebeu avisos para que deixasse de distribuir materiais religiosos em sala de aula e se concentrasse em sua área, as Ciências. A Constituição do país não permite a promoção religiosa em sala de aula.
Redação Terra