Papa lembra os que morreram em missões da ONU

18 de abril de 2008 • 14h44 • atualizado às 15h07

O papa Bento XVI lembrou hoje todos os que perderam a vida em missões das Nações Unidas, durante seu discurso ao pessoal da ONU na sede do organismo em Nova York.

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"Lembramos de maneira especial tantos civis e guardiães da paz - 42, só em 2007 - que sacrificaram suas vidas no terreno pelo bem dos povos aos quais servem", disse o pontífice, diante de cerca de 3.000 funcionários da ONU.

Além disso, agradeceu os trabalhadores da ONU "que dedicam sua vida a trabalhos nem sempre suficientemente reconhecidos, e realizados com freqüência em condições difíceis".

"Queria expressar aos senhores e aos que lhes precederam meu agradecimento pessoal e o de toda a Igreja", acrescentou.

O papa ressaltou que o trabalho do pessoal da ONU "permite à organização buscar continuamente novas vias para alcançar os objetivos para os quais foi fundada".

A ONU é chamada a "família das nações" e, por isso, como família, "os membros mais fortes cuidam dos mais fracos", disse.

"Vemos imagens dos efeitos da guerra e da pobreza, e nos lembra o dever de nos comprometer por um mundo melhor", afirmou Bento XVI.

O papa também destacou a "genuína variedade e exuberância da cultura humana" que se respira nas Nações Unidas, o que faz desta instituição um "lugar excepcional para promover o aumento da compreensão mútua e da colaboração entre os povos".

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