A iniciativa foi impulsionada pelo vice-ministro da Defesa, Matan Vilani, durante uma reunião a portas fechadas do gabinete de segurança presidido pelo primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert.
Questionado pela AFP, um porta-voz do Exército israelense se limitou a dizer que o comando militar "não recebeu nenhuma ordem do governo para se preparar para distribuir máscaras de gás à população".
O responsável pelos serviços de emergência estatais, o general da reserva Zeev Zuckran, pediu à população que mantenha a calma e qualificou a decisão de "tecnica", afirmando que não significa que esteja havendo uma degradação da segurança na região.
As autoridades israelenses mencionam com freqüência a ameaça de um ataque com armas não-convencionais procedente do Irã ou da Síria.
Israel já distribuiu várias vezes no passado máscaras de gás à população, sobretudo no fim de 1990, depois da invasão iraquiana do Kuwait. Durante a primeira guerra do Golfo, mísseis iraquianos foram disparados contra o território israelense.
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