Diversos teólogos se manifestaram contra a imagem por "reinventar" a narração bíblica e "enganar deliberadamente" o público, mas seus responsáveis asseguram que se apoiaram em um intenso trabalho de investigação para construir a versão da crucificação de Cristo.
O produtor do desenho, Simon Elliott, tomou como referência o descobrimento de um esqueleto crucificado próximo de Jerusalém em 1968, o único resgate arqueológico deste tipo e que está na mesma posição da imagem reproduzida pela BBC.
"Os romanos crucificavam as pessoas de diversas formas, e este método era um dos mais usados e eficazes", afirma o professor de religião da Universidade de Duke, Mark Goodcare, ao jornal El País.
Porém, entidades religiosas alegam que a imagem distorce os fatos e deprecia o significado que cerca a imagem tradicional de Jesus crucificado.
Redação Terra