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"É necessário fazer algo para manter a crise limitada", diz Amorim, que defendeu garantias de que incursões como essa não ocorrerão novamente. Para o ministro, a Colômbia deve fazer um novo pedido de desculpas ao Equador, não incluindo nele suas justificativas.
"Não acho que seja provável um conflito armado", disse o ministro sobre uma possível retaliação. "O objetivo aqui não é punir ninguém e sim encontrar a paz". Para o ministro, o envio de tropas militares a um município equatoriano realizado hoje "é uma manobra defensiva, e não uma ameaça".
Amorim elogiou a atuação do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, no conflito diplomático, e disse que é necessário dar força a ele. O ministro espera que a reunião da OEA que será realizada amanhã em Washington dê bons resultados. "A OEA é o foro adequado para tratar do assunto".
Amorim afirmou ter sugerido à Organização dos Estados Americanos (OEA) a criação de uma comissão de investigação para solucionar a crise diplomática entre Colômbia e Equador após a incursão de helicópteros colombianos no país vizinho no último sábado, o que resultou na morte do número dois das Farc, Raúl Reyes.
Redação Terra