Venezuela nega doação de US$ 300 milhões às Farc

03 de março de 2008 • 17h35 • atualizado às 17h35

O vice-presidente venezuelano, Ramón Carrizales, negou hoje as acusações de que o país teria vínculos com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), segundo a agência Ansa. A polícia colombiana havia acusado o governo da Venezuela de apoiar as Farc. Segundo o general Oscar Naranjo, Chávez teria doado US$ 300 milhões aos guerrilheiros.

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De acordo com Naranjo, computadores e documentos achados no acampamento do líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes ¿ morto no sábado -, mostram ligações entre os rebeldes e os governos de Venezuela e Equador.

"Há um pagamento administrado pelas Farc ante o governo do presidente Chávez, de US$ 300 milhões, para apoiar a causa terrorista", declarou Naranjo em entrevista coletiva.

"Em outro documento, as Farc falam da compra e venda de 50 kg de urânio, o que significa que essa guerrilha quer tornar-se um grande agressor internacional", acrescentou o general.

Naranjo disse ainda que os documentos confiscados de Reyes desmascaram as relações e o envolvimento das Farc com uma série de governos e personagens "confabulados" contra a Colômbia, que provam que o país é vítima do terrorismo.

Redação Terra
 
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