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De acordo com Naranjo, computadores e documentos achados no acampamento do líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes ¿ morto no sábado -, mostram ligações entre os rebeldes e os governos de Venezuela e Equador.
"Há um pagamento administrado pelas Farc ante o governo do presidente Chávez, de US$ 300 milhões, para apoiar a causa terrorista", declarou Naranjo em entrevista coletiva.
"Em outro documento, as Farc falam da compra e venda de 50 kg de urânio, o que significa que essa guerrilha quer tornar-se um grande agressor internacional", acrescentou o general.
Naranjo disse ainda que os documentos confiscados de Reyes desmascaram as relações e o envolvimento das Farc com uma série de governos e personagens "confabulados" contra a Colômbia, que provam que o país é vítima do terrorismo.
Redação Terra