Barbora Skrlova, 33 anos, se passava por um menino de 13 anos |
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Ingjerd Eriksen, diretora da escola onde Skrlova se passava por Adam, na cidade de Tromsoe, afirmou que o comportamento dela não era muito normal, mas ressaltou que nessa faixa etária os adolescente podem ser tanto femininos quanto masculinos.
O caso de abuso infantil em que Skrlova estava envolvida tornou-se conhecido no ano passado e foi capa de jornais por oito meses na República Checa. Apesar de a polícia ter declarado que não sabia se Skrlova era cúmplice, testemunha ou vítima do crime, ela fugia desde então.
Ela foi ligada ao caso quando policiais a encontraram em uma casa com duas mulheres e um garoto de 8 anos que havia sofrido abuso. Na época, Skrlova se fazia passar por uma menina de 13 anos. Mandada para um orfanato, ela fugiu para a Noruega, evitando depor contra o grupo. Ela está desde quarta-feira de volta à República Checa, sob responsabilidade das autoridades locais.
Redação Terra