» Mediadora lamenta falha de negociações
» Colômbia diz que Farc mentiram
Numa entrevista ao jornal italiano La Repubblica, Lorenzo diz que sua família não quer de modo algum uma intervenção militar.
"Não queremos encontrar cadáveres, mas reféns vivos", acrescenta.
Sobre o menino Emmanuel, filho da também refém Clara Rojas e que as Farc prometeram libertar, embora estivesse num orfanato, disse que se sentiu "enganado", pois os guerrilheiros "mentiram e não devem voltar a fazê-lo".
O filho da ex-candidata à Presidência da Colômbia disse que ele e sua família "nunca confiaram nas Farc, nem por um segundo".
Porém, se perguntou: "Que outra coisa podemos fazer? Não temos outra escolha a não ser confiar na negociação".
Quanto à mediação do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e à possibilidade de ele ainda poder fazer algo pela libertação dos reféns, Lorenzo, de 19 anos, disse que o chefe de Estado venezuelano, "no fundo, é sério, apesar de ter errado em alguma coisa".
O filho de Ingrid também acha que Chávez "deve continuar atuando e pedindo a libertação dos reféns".
EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.