A parlamentar, em visita a Porto Rico, considerou que o inesperado caminho tomado pelos acontecimentos quando se soube que o menino Emmanuel não estava em poder das Farc, não deve desanimar na batalha pela liberação da ex-candidata à vice-presidência Clara Rojas e da ex-congressista Consuelo González de Perdomo.
Córdoba atribuiu o colapso da operação ao fato do "governo (colombiano) sabotar cada tentativa" de libertação dos reféns. "O governo colombiano ou conseguiu infiltrar gente na guerrilha, ou tem um sistema de inteligência muito efetivo com ajuda (dos EUA), porque cada vez que as Farc fazem um movimento, eles conseguem interferir.
Foi assim com a captura dos emissários com as provas de vida dos seqüestrados que iriam ser entregues ao presidente Chávez e agora com o menino Emmanuel", disse. A senadora defendeu o papel exercido pelo presidente venezuelano neste processo e se disse confiante de que os reféns sejam libertos.
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