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Chatman foi preso aos 20 anos acusado de estuprar uma mulher da mesma idade que morava próximo de sua casa, mas que ele afirmava não conhecer. A jovem o reconheceu no tribunal e testes mostraram que o sangue recolhido no local do crime era do mesmo tipo que o seu.
O acusado afirmou que estava trabalhando na hora do estupro, mas seu álibi não foi aceito e ele foi condenado a 99 anos de prisão em 1981. "Eu fui condenado porque sou um homem negro acusado de cometer um crime contra uma mulher branca", disse.
Chatman contou com a interferência da ONG Innocence Project, que já libertou mais de 30 inocentes condenados, desde 2001. De todos eles, o americano foi o que permaneceu mais tempo detido injustamente.
Os exames de DNA têm sido os maiores responsáveis por provar a inocência de presos. Só no Estado do Texas, 15 detentos já deixaram as prisões graças a eles. Chatman planeja agora trabalhar na ONG, auxiliando na libertação de outros condenados injustamente.
AP
Copyright 2007 Associated Press. Todos os direitos reservados. Este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído.
O americano comemora ao lado de seu advogado a vitória conquistada depois que um exame de DNA provou sua inocência
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