O americano comemora ao lado de seu advogado a vitória conquistada depois que um exame de DNA provou sua inocência |
Chatman foi preso aos 20 anos acusado de estuprar uma mulher da mesma idade que morava próximo de sua casa, mas que ele afirmava não conhecer. A jovem o reconheceu no tribunal e testes mostraram que o sangue recolhido no local do crime era do mesmo tipo que o seu.
O acusado afirmou que estava trabalhando na hora do estupro, mas seu álibi não foi aceito e ele foi condenado a 99 anos de prisão em 1981. "Eu fui condenado porque sou um homem negro acusado de cometer um crime contra uma mulher branca", disse.
Chatman contou com a interferência da ONG Innocence Project, que já libertou mais de 30 inocentes condenados, desde 2001. De todos eles, o americano foi o que permaneceu mais tempo detido injustamente.
Os exames de DNA têm sido os maiores responsáveis por provar a inocência de presos. Só no Estado do Texas, 15 detentos já deixaram as prisões graças a eles. Chatman planeja agora trabalhar na ONG, auxiliando na libertação de outros condenados injustamente.
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