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Quarta, 28 de novembro de 2007, 21h37

Após 14 anos, DNA mostra que mãe não matou a filha

Um juiz determinou que seja realizado um novo julgamento para uma mãe que passou 14 anos na prisão acusada da morte da filha. O magisttrado decidiu cancelar a condenação de Lynn DeJac por assassinato depois que amostras de DNA mostraram que havia um homem no local do crime. As informações são do site newsday.com.

Crystallynn Girard tinha 13 anos quando foi encontrada estrangulada na sua cama em Buffalo, no Estado de Nova York, em 1993. Na época, DeJac acusou seu ex-namorado, Dennis Donahue, mas acabou sendo condenada.

Agora as autoridades afirmam que o DNA de Donahue foi encontrado misturado com a da garota na cena do crime. Recentemente, ele foi acusado de ter estrangulado outra mulher no ano de 1993.

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AP DeJac ficou presa pela morte da própria filha durante 14 anos DeJac ficou presa pela morte da própria filha durante 14 anos

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