Na sessão plenária, na presença do rei da Espanha, Juan Carlos, e do presidente do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, e vários presidentes ibero-americanos, o venezuelano citou Aznar ao denunciar a Área de Livre-Comércio das Américas (Alca), promovida pelos Estados Unidos.
Chávez, após qualificar a iniciativa de "projeto imperialista", afirmou que foi em uma "cúpula dessas, a primeira" em que esteve presente, há quase 10 anos, que foram apresentadas as teses em reuniões ibero-americanas do que chamou de "canto geral ao neoliberalismo".
"O então presidente do Governo da Espanha, que é um baita fascista, era quem vinha aqui vender aquelas teses", afirmou.
Não é a primeira vez que Chávez chama Aznar de "fascista", mas hoje fez em três ocasiões em um mesmo discurso.
Após afirmar que Aznar costuma criticar suas políticas em fóruns e conferências, Chávez voltou a insistir, dizendo que é "um fascista, é um verdadeiro fascista".
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