Protestos são nova arremetida fascista, diz Chávez

09 de novembro de 2007 • 14h42 • atualizado às 15h17
O presidente venezuelano participa da Cúpula Ibero-americana, no Chile Foto: EFE
O presidente venezuelano participa da Cúpula Ibero-americana, no Chile
09 de novembro de 2007
Foto: EFE

Os protestos de estudantes registrados na Venezuela são "uma nova arremetida fascista", impulsionada pelo governo dos Estados Unidos e por grupos oligárquicos venezuelanos, acusou o presidente Hugo Chávez.

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Ao intervir na primeira sessão da cúpula Ibero-americana, hoje em Santiago, Chávez descreveu a situação vivida na Universidade Central da Venezuela e lamentou: "Como nos agridem!".

Insistiu depois na orquestração realizada pelos Estados Unidos e por grupos oligárquicos venezuelanos.

"São os mesmos que apoiaram o Golpe de Estado de abril" de 2002, acrescentou.

"São as classes ricas que querem manter sua coesão social", comentou com ironia, em alusão ao tema central da Cúpula Ibero-Americana. Os estudantes da Universidade Central da Venezuela (UCV) protagonizaram nos últimos dias protestos contra a reforma constitucional do presidente Hugo Chávez.

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