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"Erros sempre podem acontecer, mas vamos tentar descobrir quem foi o responsável e pedir que preste contas, de maneira que isto não volte a acontecer", disse Prince Mishaal bin Saud, governador de Najran, ao jornal Al-Watan.
Autoridades afirmaram que o pai turco estava relutante em aceitar que o menino Yacoub não era seu filho, mas testes de DNA comprovaram, esta semana, a troca.
O pai da outra criança, o árabe Mohammed Al-Monje, supunha que, pelo tom da pele, o menino não fosse seu filho. Ele irá pressionar o ministério da Saúde para que lhe pague uma indenização de 50 milhões de riyal (US$ 13 milhões).
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