A subtenente Marisol Vargas foi afastada do Exército chileno |
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O principal suspeito do roubo das fotos, que estavam no notebook da subtenente, é um capitão de um regimento de Limache. Segundo ela, o acesso às fotografias no computador estava protegido por senhas, que foram fraudadas.
As imagens chegaram ao conhecimento do comandante da unidade em que Marisol trabalhava. Os militares abriram um inquérito para investigar o caso. Eles aconselharam a mulher a não se casar com o namorado, que foi transferido para outra cidade como punição.
O trauma levou a subtenente a entrar em depressão. Pouco depois, ela foi afastada do cargo sob a alegação de "incompatibilidade psicológica com o Exército".
"Denunciei a instituição porque o roubo das fotos atropelou minha dignidade e violou minha intimidade. Além da situação ser horrível, o Exército me deu baixa na carreira", disse.
Ela afirmou sentir um "carinho profundo" pela profissão, mas tem medo de voltar a trabalhar. "Sofri maltrato psicológico por parte dos colegas", falou.
Terra Chile