Yoko, uma enfermeira pediátrica de 26 anos e ativista da ONG "AnimaNaturalis" permaneceu uma hora na jaula para o olhar de centenas de curiosos, vestida só com um minúsculo tapa-sexo, dois adesivos nos seios e umas listras pintadas sobre o corpo, como uma tigresa.
Segundo a entidade, o adestramento recebido por animais de circo desnaturalizam seu comportamento e se baseiam "no castigo, no medo e na coação".
"Jaulas de barras de ferro estreitas, incapazes de dar um mínimo de conforto, representam seu ''lar'', o que provoca estresse, solidão, frustração e em alguns casos os levam a mutilar-se", afirmou um comunicado da "AnimaNaturalis".
A ONG acrescentou que pelas características de sua atividade, os circos não podem atender às necessidades naturais dos animais cativos.
A manifestante explicou que a idéia da ação foi "sensibilizar as pessoas com o sofrimento dos animais nos circos".
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