Os seqüestradores exigiram um resgate de 700 milhões de pesos (US$ 350 mil) para libertar o cão |
O jornal El Tiempo disse que os seqüestradores negociaram o caso e inclusive enviaram "provas de sobrevivência" do animal, como fotografias e gravações com latidos e uivos. "Seu cachorro chora assim à noite", diziam. Aparentemente, Aldo foi sedado com tranqüilizantes e levado numa bolsa. "Não levaram mais nada. Estavam procurando alguém da casa ou diretamente o cachorro", declarou ao jornal uma fonte policial.
Os seqüestradores deixaram Aldo numa veterinária na terça-feira. Os donos da clínica chamaram a polícia e a dona identificou o cão.
No mesmo dia, os seqüestradores haviam prometido entregar novas "provas de sobrevivência" do refém em troca do resgate. Um comando policial à paisana foi ao local combinado para o pagamento.
"Na hora exata, um homem chegou com um pacote de papel no qual havia milhões de pesos. Após alguns minutos, duas pessoas se aproximaram e disseram que vinham para receber a 'encomenda' e que horas depois mandariam o 'pacote'. Não estavam com o seqüestrado", explicou El Tiempo.
Após o pagamento, os policiais tentaram deter os seqüestradores, mas eles sacaram suas armas e abriram fogo. Após uma troca de tiros, foram detidos Ángel Egidio Cárdenas Ávila e Wílmer San Orozco, que se recuperam de lesões num hospital de Bogotá. Um policial também foi ferido.
Os delinqüentes tinham entregado o cachorro à veterinária no mesmo dia para um banho e previam retornar à tarde. Aparentemente, depois da tentativa de resgate decidiram não retornar.
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