Religiosos oferecerão anticoncepcionais a funcionárias

01 de outubro de 2007 • 17h17 • atualizado às 17h24

A Suprema Corte dos Estados Unidos negou nesta segunda-feira um pedido de grupos católicos e batistas para deixar de oferecer a suas funcionárias os benefícios de controle de natalidade como parte do seguro-saúde.

O caso analisou até que ponto as organizações podem aplicar suas crenças em detrimento dos direitos trabalhistas, em mais um capítulo do embate entre Estado e religião nos EUA.

Os grupos argumentavam que, ao serem obrigados a oferecer pílulas ou outros métodos anticoncepcionais a seus empregados por causa do seguro-saúde, tinham violados os direitos contemplados pela Primeira Emenda da Constituição americana.

A petição ia contra uma lei do estado de Nova York que afirma que todos os empregados de grupos religiosos devem ter acesso a medidas de controle de natalidade como parte do seguro-saúde.

As organizações argumentam que não podem "facilitar ou promover, direta ou indiretamente, a prática da contracepção" porque vai contra sua filosofia.

A Suprema Corte não explicou sua decisão sobre a ação, que também foi apoiada por judeus ortodoxos e outros grupos religiosos.

AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.
 
Enviar para amigos
Fechar por:
Enviar para amigos
Fechar por:

Imprimir

Fechar
Mais vistos

Notícias

  1. Carregando...
leia mais notícias »