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Os médicos removeram a parte superior do crânio do homem e colocaram-na no refrigerador enquanto operavam seu cérebro. Devido a um defeito no equipamento, ela não foi mantida a uma temperatura baixa o suficiente, fazendo com que não pudesse mais ser recolocada na cabeça do paciente. Os médicos então decidiram substituir o osso por uma prótese de plástico.
O homem pediu uma compensação de 20 mil euros alegando que a peça substitutiva lhe causava dores de cabeça, afetava seu equilíbrio e o deixava excessivamente sensível à meteorologia. O tribunal de Koblenz, no entanto, estipulou a indenização em 3 mil euros (cerca de US$ 4,1 mil).
Após consultar especialistas, a Justiça considerou que a operação havia provocado desconforto no paciente e não a perda da parte superior de seu crânio. Por isso, uma compensação de 3 mil euros é "apropriada e suficiente", de acordo com um comunicado. "Especialistas consultados pela corte concluíram que a nova cobertura craniana é melhor que a original", afirmou um porta-voz.
Redação Terra