Os agentes examinaram o edifício para comprovar se havia outros rebeldes escondidos, mas não encontraram nada, acrescentou a emissora. Vinte e quatro horas antes os dois supostos separatistas atacaram com granadas e fuzis metralhadores um carro policial junto à casa do chefe do Governo do estado indiano de Jammu e Caxemira, Mufti Mohamed Sayed, ação na qual morreram dois soldados e um funcionário civil.
Outras sete pessoas também ficaram feridas, entre elas um comandante militar, um membro dos serviços médicos e dois fotógrafos de imprensa. Depois do atentado, a Polícia e forças militares cercaram uma ampla área da cidade dentro da qual ficaram os atacantes e, a partir desse momento e durante várias horas, os disparos puderam ser ouvidos em toda a zona.
O chefe da Polícia de Srinagar, Gopal Sharma, informou que os rebeldes ficaram cercados em um centro comercial e que os agentes deixaram de disparar, à espera de assegurar-se de que não havia civis no local.
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