Homem é carregado por políciais durante tiroteio na Universidade Virginia Tech, em Blacksburg |
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A polícia e a universidade confirmaram ainda o número de mortes. Segundo o reitor Charles Steger, 33 pessoas morreram com os disparos, incluindo o atirador. Quinze pessoas foram feridas pelo atirador.
As mortes ocorreram em dois tiroteios. Os disparos começaram num alojamento do campus, o West Ambler Johnston Hall. A polícia foi chamada por volta das 7h15 (8h15 em Brasília). O primeiro tiroteio deixou duas vítimas fatais: uma homem e uma mulher.
A polícia vasculhou o prédio e não encontrou o atirador. Acreditando que o edifício estava seguro, as autoridades deixaram o campus. Menos de duas horas depois, recomeçaram os disparos num segundo prédio da Engenharia, chamado Norris Hall. Lá, 30 pessoas morreram. A polícia informou que o atirador se suicidou logo após os assassinatos.
As autoridades, entretanto, não souberam informar se o atirador era um estudante, embora muitos dos mortos o fossem. "Alguns foram baleados em plena aula", afirmou Wendell Flinchum, chefe da polícia do campus.
Esse foi um dos piores crimes do tipo no campus de uma universidade nos EUA desde que Charles Whitman abriu fogo do alto da torre no meio do câmpus da Universidade do Texas, em Austin, no dia 1º de agosto de 1966. Whitman matou 15 pessoas, incluindo sua mãe e mulher na noite anterior e deixou outras 31 pessoas feridas.
O caso também lembra o chocante massacre ocorrido na escola de ensino médio de Columbine, no Estado do Colorado. Os studantes Dylan Klebold e Eric Harris mataram 13 pessoas, entre colegas e professores, e se suicidaram depois, em 20 de abril de 1999.
Com agências internacionais
Redação Terra